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Nossa História

Em 2006, a antropóloga Lucia Scalco inicia sua pesquisa sobre inclusão digital no Morro da Cruz, através do Instituto Leonardo Murialdo, principal instituição filantrópica do Morro da Cruz.

 

 

 

De 2006 a 2012, pesquisando o impacto do computador para pessoas de baixa renda, ela começou a freqüentar a Associação Comunitária do Morro da Cruz. Essa entidade desempenha um importante papel social na comunidade e é gerida e administrada por um grupo de senhoras. Desde então, Lucia vem assessorando a Associação em diversas ações e projetos.

 

Em 2013, dá início a uma pesquisa para o Ministério do Desenvolvimento Social sobre a política pública denominada Fome Zero. Algumas famílias do Beco das Pedras foram escolhidas para realizar uma etnografia e assim aprofundar o entendimento de como se alimentavam. No meio do trabalho, aconteceu um incêndio em uma casa de um informante. O incêndio mobilizou os moradores do lugar e fez emergir vários problemas latentes: o direito à luz, acessibilidade, endereço, carteiro, lixo, etc.

 

Então, desde essa época, além de pesquisas acadêmicas sobre os moradores da comunidade, grupo de pessoas começa a se mobilizar – Coletivo – para o desenvolvimento de projetos sociais no Morro.

Em 2006, a antropóloga Lucia Scalco inicia sua pesquisa sobre inclusão digital no Morro da Cruz, através do Instituto Leonardo Murialdo, principal instituição filantrópica do Morro da Cruz.

 

 

De 2006 a 2012, pesquisando o impacto do computador para pessoas de baixa renda, ela começou a freqüentar a Associação Comunitária do Morro da Cruz. Essa entidade desempenha um importante papel social na comunidade e é gerida e administrada por um grupo de senhoras. Desde então, Lucia vem assessorando a Associação em diversas ações e projetos.

 

 

Em 2013, dá início a uma pesquisa para o Ministério do Desenvolvimento Social sobre a política pública denominada Fome Zero. Algumas famílias do Beco das Pedras foram escolhidas para realizar uma etnografia e assim aprofundar o entendimento de como se alimentavam. No meio do trabalho, aconteceu um incêndio em uma casa de um informante. O incêndio mobilizou os moradores do lugar e fez emergir vários problemas latentes: o direito à luz, acessibilidade, endereço, carteiro, lixo, etc.

 

Então, desde essa época, além de pesquisas acadêmicas sobre os moradores da comunidade, grupo de pessoas começa a se mobilizar – Coletivo – para o desenvolvimento de projetos sociais no Morro.

Em 2006, a antropóloga Lucia Scalco inicia sua pesquisa sobre inclusão digital no Morro da Cruz, através do Instituto Leonardo Murialdo, principal instituição filantrópica do Morro da Cruz.

 

De 2006 a 2012, pesquisando o impacto do computador para pessoas de baixa renda, ela começou a freqüentar a Associação Comunitária do Morro da Cruz. Essa entidade desempenha um importante papel social na comunidade e é gerida e administrada por um grupo de senhoras. Desde então, Lucia vem assessorando a Associação em diversas ações e projetos.

 

Em 2013, dá início a uma pesquisa para o Ministério do Desenvolvimento Social sobre a política pública denominada Fome Zero. Algumas famílias do Beco das Pedras foram escolhidas para realizar uma etnografia e assim aprofundar o entendimento de como se alimentavam. No meio do trabalho, aconteceu um incêndio em uma casa de um informante. O incêndio mobilizou os moradores do lugar e fez emergir vários problemas latentes: o direito à luz, acessibilidade, endereço, carteiro, lixo, etc.

 

Então, desde essa época, além de pesquisas acadêmicas sobre os moradores da comunidade, grupo de pessoas começa a se mobilizar – Coletivo – para o desenvolvimento de projetos sociais no Morro.

No inverno de 2015, aconteceu o “Mutirão do Beco das Pedras”, uma ação em conjunto com a comunidade para melhorar a circulação na área. Nessas atividades, a presença das crianças foi notada e, ao invés de retiradas, a ideia foi inseri-las através da construção de um espaço para brincadeiras e atividade. Nascia a “ESKOLINHA” – projeto que mantemos até hoje.

No ano de 2018 iniciamos uma obra de expansão do espaço oferecido aos alunos com objetivo de oferecer o turno inverso todos os dias da semana com alunos inscritos e aos sábados seguir com as aulas lúdicas e aberta à comunidade. A partir das demandas das crianças, vimos suas dificuldades pedagógicas e familiares.

Em 2019, o processo foi amadurecendo e sentimos a necessidade de nos formalizarmos como ONG para poder ter acesso a projetos financiados, e receber as doações oficiais para oferecer um projeto sólido e permanente. Junto ao processo de formalização, aconteceu o que chamamos de “encontro das águas,” que é como descrevemos a nossa equipe e o encontro que ocorre entre seus membros. Nosso coletivo é formado por pessoas com diversas capacitações, profissionais já diplomados, universitários, técnicos, autodidatas, mas principalmente membros da comunidade, que trabalham e têm na própria instituição, um espaço de formação e de resgate e oportunidade.

Atualmente, a ONG trabalha no turno inverso das escolas. Acolhe 50 crianças e jovens de 07 a 14 anos. Aos sábados a frequência é livre, qualquer criança é bem-vinda, recebendo em média de 10 a 15 crianças, o que representa por volta de 65 crianças atendidas regularmente.
Neste ano de 2020 iniciamos a reforma da Capela, que é a sede principal da ONG. É um espaço que irá se transformar em uma linda escola e em um belo espaço de convívio. Nosso sonho é tornar esse espaço vivo, onde muitas pessoas possam se conectar, se desenvolver e terem suas vidas transformadas.

 

Desejamos impactar a vida da comunidade, bem como de toda a sociedade, implicando pessoas, empresas e instituições ao nosso propósito.

 

Venha nos conhecer! Seja parte da nossa história. Entre para nossa família e acredite que o mundo pode sim ser melhor quando estamos unidos!